Destina-se este blogue a passar da cabeça do autor para o écran do computador, algumas pequenas memórias e outras estórias, bem como considerações e transcrições consideradas de interesse e dá-las a conhecer aos Amigos.
DIVAGAÇÕES
sexta-feira, fevereiro 26, 2021
quarta-feira, fevereiro 24, 2021
FÓSFOROS IV
Quer tentar mais esta?
Qual o mínimo de fósforos a retirar para deixar 4 triângulos equiláteros do mesmo tamanho que os 8 da figura?
Não pode haver extremidades soltas.
terça-feira, fevereiro 23, 2021
SUGESTÃO
Sugere-se vivamente aos leitores que por aqui passarem que não deixem de aceder ao blogue "Água aberta", com ligação a partir deste, e ler as insólitas e deliciosas estórias publicadas pelo Ferreira da Silva aquando da sua comissão na Guiné como comandante de um destacamento de fuzileiros.
Olhem que vale a pena e não perderão o seu tempo.
domingo, fevereiro 21, 2021
MEMÓRIAS DA JUVENTUDE VIII - O URSO
Uma verdadeira família, embora animal, e bem por isso.
Veja AQUI.
sábado, fevereiro 20, 2021
FÓSFOROS III - SOLUÇÃO
Instintivamente nem pensamos, admitimos inconscientemente estar num espaço a duas dimensões e problema não nos restringe a isso.
Se pensarmos a três, é evidente:
quinta-feira, fevereiro 18, 2021
terça-feira, fevereiro 16, 2021
MEMÓRIAS DA JUVENTUDE III - Uma aventura de D. Pedro
Mais uma cena romântica de cavalaria:
Em tempos que já lá vão, havia um jovem besteiro que tinha uma noiva, a qual foi raptada por um cavaleiro dono de um certo castelo.
Ora o besteiro, estando para casar, foi pedir auxílio a D. Pedro, o Justiceiro, o qual se prontificou logo a dar-lho.
O príncipe, levando consigo uma massa de armas, partiu para o castelo do cavaleiro. Assim que se encontrou lá dentro, tratou de procurar a jovem e ficou muito admirado quando a viu amordaçada, com o cavaleiro e seus vassalos ao pé.
Então D. Pedro decidiu matá-lo, mas não querendo sujar a sua arma com o sangue de um vilão, ordenou aos seus vassalos que atassem uma coda no tecto e o enforcassem.
Dias depois realizou-se o casamento do besteiro com a jovem, do qual D. Pedro foi padrinho.
Lisboa, IPE, Janeiro de 1958.
segunda-feira, fevereiro 15, 2021
sábado, fevereiro 13, 2021
O NASCER DO SOL
Duas pessoa, a e b, começam a andar ao nascer do Sol, cada uma com a sua velocidade, ambas constantes, na mesma estrada.
Uma, a a, vai do ponto A para o ponto B. A outra, a b, vai do ponto B para o ponto A.
Cruzam-se no ponto C, ao meio dia e prosseguem sem parar para os seus destinos.
a chega ao seu destino, ponto B, às 4h da tarde. E b chega ao ponto A às 9h da noite.
Pergunta-se: a que horas nasceu o Sol?
quarta-feira, fevereiro 10, 2021
MEMÓRIAS DA JUVENTUDE II - O CONSELHO
Um excelente, rápido e e justíssimo conselho na visão de um jovem.
Vejam AQUI.
terça-feira, fevereiro 09, 2021
domingo, fevereiro 07, 2021
FÓSFOROS II
Na figura de baixo, mexer em apenas 2 fósforos e ficar com 4 quadrados do mesmo tamanho.
Não partir, não ultrapassar nem sobrepor os fósforos.
quinta-feira, fevereiro 04, 2021
MEMÓRIAS DA JUVENTUDE I - D. DIOGO E O BURRO
Por mero acaso, encontrei um meu caderno da disciplina de Português, do longínquo ano lectivo de 1957/58.
Não sabia que o tinha conservado, nem sequer que existia e nunca o tinha visto após aquela data.
No seu conteúdo existem histórias, redacções, ditados, feitos por um miúdo de 14 anos que eu era, inevitavelmente com a candura, inocência, idealismos de que naquelas idades e naqueles tempos, num colégio interno, aqueles jovens estavam imbuidos.
Resolvi trazê-los à luz do dia nestas "divagações", compensando-os da escuridão a que involuntariamente o autor os submeteu durante todos estes anos e com as saudades que eles suscitam.
Peço portanto a benevolência do leitor para estes escritos, sob o título de MEMÓRIAS DA JUVENTUDE.
Aqui vai o primeiro. É só carregar.
quarta-feira, fevereiro 03, 2021
segunda-feira, fevereiro 01, 2021
COMPRA DE LIVRO
Os nossos já conhecidos José e Maria deambulavam pela cidade quando foram despertados por um livro acabado de sair, na montra de uma conhecida livraria.
Como estavam muito interessados nele, fizeram contas à vida, como quem diz à carteira, e com algum desapontamento disseram:
José:
- Faltam-me 7 euros para poder comprar o livro!
E Maria:
- E a mim falta-me 1!
- E se juntássemos os nossos dinheiros e comprássemos o livro a meias? Sugeriu José.
- Boa ideia, respondeu Maria.
Porém ao contarem os euros conjuntos, chegaram à conclusão, com muita pena, que o dinheiro também não chegava.
Quer o preço do livro quer o dinheiro de cada um, era um número inteiro de euros.
Pergunta-se: quanto custava o livro?